Bioestimuladores: menos preenchimento, mais colágeno próprio

Durante anos, a resposta ao envelhecimento facial foi adicionar volume. Hoje a tendência mundial vai na direção contrária: estimular o próprio organismo para que recupere o que perdeu. Essa é a promessa dos bioestimuladores de colágeno, e explica por que 85% dos pacientes atuais pedem resultados naturais e sutis.

Como funcionam?

Substâncias como a hidroxiapatita de cálcio (CaHa) ou o ácido poli-L-láctico não preenchem: ativam. Ao serem aplicadas nos planos adequados, despertam os fibroblastos para que produzam colágeno e elastina novos. O resultado se constrói de forma progressiva ao longo de semanas: pele mais firme, melhor sustentação e um rosto descansado — sem que ninguém saiba o que você fez.

Em que se diferenciam do ácido hialurônico?

O ácido hialurônico oferece volume e hidratação imediatos e continua sendo insubstituível para harmonizar traços. Os bioestimuladores trabalham a mais longo prazo na qualidade estrutural da pele. Na prática moderna costumam ser combinados: pequenas doses de preenchedor onde é necessário, bioestimulação onde a pele pede firmeza.

Áreas onde eles brilham

Rosto (especialmente o terço inferior e a linha mandibular), pescoço, colo, mãos e até glúteos e braços em protocolos corporais. Também são um grande aliado para peles que perderam sustentação após uma perda de peso importante.

A chave está no plano

Bioestimular não é um evento, é um processo: na avaliação definimos quantas sessões, qual produto e qual combinação convém para a sua pele e a sua idade. O objetivo é sempre o mesmo — que você fique melhor, não diferente.

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